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Como fertilizantes organominerais estão transformando sustentabilidade em produtividade
07/04/2026
(Foto: Reprodução) O que fazer com um resíduo industrial que, por anos, foi considerado um passivo ambiental? No Brasil, uma resposta inovadora vem ganhando força dentro do agronegócio: transformar esse material em insumo agrícola de alta eficiência.
É exatamente essa lógica que está por trás de fertilizantes da FECOAGRO como o Fertimais Bio+ e o Cooper N Bio+, desenvolvidos a partir de resíduos da indústria do couro e hoje utilizados como base para uma nova geração de nutrição vegetal.
Da indústria para o solo: uma solução de economia circular
Os resíduos oriundos do processamento do couro, antes vistos como problema ambiental, passam hoje por processos industriais rigorosos que garantem segurança, qualidade e padronização. O resultado é uma matéria-prima rica em carbono, aminoácidos, nitrogênio e outros nutrientes, que se torna a base de fertilizantes organominerais. Essa transformação representa um avanço importante no conceito de economia circular, ao reaproveitar materiais e reinseri-los na cadeia produtiva — agora como insumo para o campo.
Equilíbrio técnico: metade orgânico, metade mineral
Um dos diferenciais desses fertilizantes está na sua composição: Cada pelete ou mistura de grânulos, compõe 50% base orgânica e 50% base mineral. Na prática, isso significa unir dois mundos: A eficiência imediata dos minerais, que garantem disponibilidade de nutrientes e a ação gradual da matéria orgânica, que melhora o solo e prolonga os efeitos.
Esse equilíbrio proporciona: Maior retenção de nutrientes; redução de perdas; liberação mais eficiente ao longo do ciclo da cultura. Um Fertilizante versátil e eficiente, atende todas as culturas, do manejo de lavouras comerciais em larga escala à fruticultura, hortas, jardins e gramados.
Na base, o Fertimais Bio+ atua na construção da fertilidade do solo. A presença da matriz orgânica contribui para melhorar a estrutura física do solo, aumentar a atividade microbiológica. Já na cobertura, o Cooper N Bio+ oferece nitrogênio com liberação gradual, aumentando o aproveitamento pela planta e reduzindo perdas comuns no manejo convencional e tradicional realizado pelo produtor.
Agricultura regenerativa ganha força no campo
O uso de fertilizantes organominerais como esses está diretamente ligado a um movimento crescente no agro: a agricultura regenerativa. Mais do que produzir, a proposta é recuperar e manter a saúde do solo ao longo do tempo. Nesse contexto, soluções que incorporam materiais orgânicos; estimulam a vida no solo e reduzem impactos ambientais, passam a ter papel estratégico dentro dos sistemas produtivos.
A adoção de tecnologias como o Fertimais Bio+ e o Cooper N Bio+ mostra que o agro brasileiro avança para um modelo mais eficiente e sustentável. Transformar resíduos em insumos, melhorar o solo e aumentar a produtividade deixam de ser objetivos separados — e passam a fazer parte da mesma estratégia.
Cooperativismo como base da inovação
Outro ponto relevante é a origem dessas soluções. Desenvolvidos dentro do sistema cooperativista, os fertilizantes da FECOAGRO carregam o DNA do Cooperativismo. Nascem da necessidade do produtor e retornam como benefício direto para ele. Esse modelo fortalece não apenas a produtividade, mas também o conceito de cooperação e de pertencimento e valor real para o cooperado.
Para mais informações: Gutierri Raup Gerente da Industria de Fertilizantes da Fecoagro
Email: gutierri.raupp@fecoagro.coop.br
Whatsapp: 48 991723010
Fabio Cariolatto - Coordenador de desenvolvimento de mercado
Email: fabio.cariolatto@fecoagro.coop.br
Whatsapp: 47 999008620